domingo, 25 de junho de 2017

Kiriku famosa lenda africana de bebê guerreiro vai virar série de livros

“Kiriku”, a lenda do recém-nascido guerreiro que salvou toda uma aldeia de uma feiticeira má virou filme, espetáculo de teatro, já foi traduzido para mais de 50 países e, agora, vai virar uma série de livros.
A editora brasileira Viajante do Tempo vai lançar, no próximo dia 19 de novembro, os livros “Kiriku e a feiticeira” e “Kiriku e o colar da discórdia”, ambos inspirados no filme “Kiriku e a Feiticeira”, produção franco-belga de 1998, dirigida por Michel Ancelot. O lançamento será feito durante a Feira e Livros do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro.
A história é referência em cultura africana, e sua abordagem permite trabalhar com as crianças temas de suma importância, como senso de comunidade, costumes sociais, preconceitos, escravização, respeito, alteridade e tolerância.

Sobre a história

Kiriku ou Kiriku e a Feiticeira é um longa-metragem de animação franco-belga de 1998 dirigido por Michel Ocelot. O diretor do filme, passou parte da infância na Guiné, onde conheceu a lenda de Kiriku.[1]
O filme retrata uma lenda africana, em que um recém-nascido superdotado que sabe falar, andar e correr muito rápido se incumbe de salvar a sua aldeia de Karabá, uma feiticeira terrível que deu fim a todos os guerreiros da aldeia, secou a sua fonte d’água e roubou todo o ouro das mulheres. Kiriku é tratado de forma ambígua pelas pessoas de sua aldeia, por ser um bebê, é desprezado pelos mais velhos quando tenta ajudá-los, porém, quando realiza atos heróicos, suas façanhas são muito comemoradas, embora logo em seguida voltem a desprezá-lo. Apenas a sua mãe lhe trata de acordo com sua inteligência.



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