domingo, 16 de julho de 2017




                   Imagem do fotógrafo americano Steve Evans                                   que participou do 6o CaraECULTURANEGRA, no ano de 2008.               Serra Leoa - África.

sexta-feira, 14 de julho de 2017




Museu Afro Brasil abre visita virtual ao acervo e a mostras passadas

Mais de 100 obras podem ser conferidas por meio da ferramenta Street View, do Google, entre elas, peças sobre o período da escravidão e a contribuição dos negros para a ciência e tecnologia do país




São Paulo – Mais de 10 mil metros quadrados de área expositiva do Museu Afro Brasil podem ser percorridos em apenas alguns cliques. A instituição anunciou que mais de 100 obras de sua coleção podem agora ser vistas gratuitamente por meio do aplicativo do Google Cultural Institute em qualquer computador conectado à internet.
As imagens das obras e do museu foram captadas em 360 graus com o equipamento trolley, desenvolvido para o Street View do sistema de mapas do Google. Os três andares do museu localizado dentro do Parque Ibirapuera foram mapeados e algumas obras pré-selecionadas podem ser analisadas separadamente e com detalhes.
Além do acervo da instituição, algumas das mostras que já ficaram em cartaz nas galerias do museu passaram por uma nova curadoria para continuar disponíveis virtualmente. É o caso de Espírito da África – Os Reis Africanos, exposição de fotografias em que o austríaco Alfred Weidinger apresenta alguns remanescentes das monarquias dos maiores reinados africanos. As imagens capturadas entre 2012 e 2013 são imponentes retratos de reis e chefes contemporâneos de várias partes do continente.
As fotografias se conectam com outras obras do museu, como as do Núcleo de Trabalho e Escravidão. Ao apresentar Oba Egba Kotan II, o rei de Dassa junto de sua família, Alfred Weidinger explica: “O tráfico negreiro foi um profundo golpe às muitas e muitas etnias, um grande negócio para os reis e, desse ponto de vista, eram profundas as ligações das grandes famílias aliadas com o soberano reinante.”
A exposição Arte, Adorno, Design e Tecnologia no Tempo da Escravidão, que ficou em cartaz por mais de dois anos e ganhou nova montagem no último dia da Consciência Negra, também pode ser visitada no ambiente virtual. Objetos de ofícios urbanos e rurais dos séculos 18 e 19 realçam as contribuições dos negros para a ciência e a tecnologia no Brasil.
Já O Banzo, o Amor e a Cozinha de Casa é uma mostra individual do artista Sidney Amaral, vencedor do Prêmio Funarte de Arte Negra 2012. Boa parte de suas obras são autorretratos em que Amaral busca representar as noções de identidade e de memória.
Para fazer uma visita virtual ao Museu Afro Brasil, acesse aqui. Obras de mais de mil instituições do mundo todo também estão disponíveis para visualização no site do Google Cultural Institute.
fonte: Rede Brasil Atual  http://www.redebrasilatual.com.br/entretenimento/2016/01/museu-afro-brasil-abre-visita-virtual-ao-acervo-e-a-mostras-passadas-2385.html





quarta-feira, 12 de julho de 2017

Malick Sidibé, 
maestro indiscutible y máximo exponente 
de la fotografía africana de los años 60




Sidibé nació en Mali en 1936 y aunque su educación se centró en la profesión de joyero a través de lo que actualmente es el Instituto Nacional de Artes de Mali (INA), en 1955 entra a trabajar en el estudio de Gérard Guillat con el que aprende la técnica fotográfica. En 1962 abre su propio estudio en el barrio de Bagadadji en Bamako utilizando cámaras de pequeño formato.
El trabajo de Malick Sidibé toma reconocimiento mundial a través de una serie de reportajes entre 1957 y principios de los años 70 que nos muestran a una juventud maliense ávida por divertirse en fiestas y bailes populares en lo que serían los albores de la independencia del país saheliano.
A partir de ese momento y aprovechando su popularidad Sidibé recibe todo tipo de encargos en su “Studio Malick” en donde los jóvenes se acercan a proponerle sesiones heterodoxas y diferentes que el fotógrafo aprovecha como escenario de creación artística.
A partir de 1994 Sidibé comienza a vivir una segunda juventud exponiendo en galerías de medio mundo y en 2003 se le concede el prestigioso premio de fotografía internacional Hasselblad siendo el primer fotógrafo africano en recibirlo.





terça-feira, 11 de julho de 2017

Atividade de baiana de acarajé será profissão oficializada

quinta-feira by Ascom
Até o final deste mês, a atividade de baiana de acarajé deverá ser reconhecida como profissão e constará na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO).
Esta é a estimativa da Superintendência Regional do Trabalho (SRT-BA), que realizou nesta segunda-feira, 3, mais uma etapa do processo que visa reconhecer a atividade como uma profissão da lista de ocupações do país. Nesta segunda, baianas de acarajé foram ouvidas por técnicos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), da SRT-BA e da Universidade de São Paulo (USP) para descrever o ofício. O material fará parte da documentação para a inscrição na CBO, um documento que identifica e descreve as ocupações no mercado de trabalho brasileiro.                                                                                         Uma primeira etapa, chamada de “estudo de escopo”, já foi feita pelo MTE, em parceria com a USP. Neste documento são detalhados aspectos como a região onde há mais baianas, o sexo que predomina no exercício da atividade e a faixa etária, entre outras informações.                                                                     A etapa final será a assinatura da inclusão, com a definição do código numérico correspondente à classificação. “Elas passarão a ser reconhecidas como profissionais. Se aposentarão como baianas de acarajé. Deixa de ser um gênero como quituteira”, afirmou a superintendente da SRT-BA, Gerta Schultz.   À frente do órgão regional, Gerta disse, ainda, que o reconhecimento permitirá que a fiscalização do exercício da profissão possa ser intensificada por órgãos competentes municipais.                                                                            "Na nossa avaliação, a própria associação das baianas terá mais poder de controle da gestão da profissão porque vai poder identificar quem é uma baiana e quem não é”, afirmou a superintendente.                                                   Na abertura da etapa realizada nesta segunda, o vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis, informou que o município oferecerá curso de inglês para as baianas. O secretário-executivo do MTE, Antônio Correia, disse que o órgão federal tem uma “dívida” com as baianas de acarajé. “É nossa missão neste momento resgatar essa dívida e reconhecer a dignidade delas de trabalhadoras”, ressaltou.
Acidentes de trabalho
Presidente da Associação Nacional das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo da Bahia (Abam), Rita Santos destacou que um dos principais benefícios está relacionado a acidentes de trabalho.                                                            Ela contou que uma baiana de acarajé que trabalhava no bairro das Sete Portas ficou cega após o azeite ter respingado nos olhos dela.                                     “Não pode ser caracterizado como acidente de trabalho porque não é reconhecido como profissão. Ela contribuía para o INSS como cozinheira e não como baiana. E cozinheira não trabalha na rua”, frisou.                                Em Salvador, há cerca de 3.500 baianas de acarajé. Em todo o estado, a estimativa é de seis mil profissionais.                                                         Segundo Rita Santos, o processo de reconhecimento da profissão de baiana de acarajé teve início com uma mobilização da Abam, que foi ao MTE, com o apoio da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude.
Valorização
A baiana de acarajé Lindinalva Rebouças, 58, está há 22 anos na atividade e considerou o reconhecimento importante para a valorização da profissão.         “No meio de tanta crise no país, temos pelo menos uma notícia boa. Esse reconhecimento vai valorizar nosso trabalho e vai fazer com que a gente se sinta mais segura”, afirmou.                                                                         Atarde                                                 Fonte: http://www.reconcavoonline.net.br/    goo.gl/HrEih4


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Cais no Rio que recebeu 900 mil escravos é tombado pela Unesco

domingo, 9 de julho de 2017

África en los festivales de cine

África en los festivales de cine

                                                                      28 junio, 2017


Autor: Olivier Barlet (africultures)
¿Qué lugar ocupan las películas de cineastas de ascendencia africana en los festivales de cine? La invisibilidad y la marginación parecen ser su destino, pero la cuestión es compleja.
Cada año examinamos la programación de los grandes festivales para ver si las expresiones artísticas africanas tienen representación. Las pocas películas seleccionadas suelen ser elogiadas, especialmente aquellas que han cruzado el Rubicón del reconocimiento internacional. Regresan a su tierra de origen coronadas con un aura: el de la aceptación. Al igual que en la edición de Cannes de este año, si bien las películas del Magreb, con formas bastante logradas, llegan a ser seleccionadas en ocasiones, el África negra sólo es representada por miradas occidentales o coproducciones con una fuerte representación occidental. Lo de la aceptación es una cuestión antigua. Comienza con las independencias, cuando París era el único lugar de reconocimiento artístico para el África francófona. Esto es algo que no ha cambiado mucho: mientras en África no se desarrollen festivales de gran envergadura y una difusión pertinente, la aceptación no llegará desde interior del continente. El FESPACO (festival bienal que tiene lugar en Uagadugú los años impares) habría podido ser el escaparate de los cines de África y un trampolín para sus creadores. Mahamat-Saleh Haroun, cineasta del Chad cuyos largometrajes han sido seleccionados en Venecia o Cannes, donde obtuvo el premio del jurado en 2010 por Un homme qui crie, declaró a Africultures querer boicotearlo e invitar a sus compañeros a hacer lo mismo. Para él este festival histórico, cita obligada y peregrinaje para los profesionales del sector, se ha convertido en “una suerte de Titanic donde nos autocongratulamos dentro de la mediocridad”. Las ediciones precedentes no han sido brillantes pero la más reciente, de febrero-marzo de 2017, fue la confirmación más triste: películas poco dignas de una selección oficial en una programación de una gran debilidad, mientras películas de calidad se quedaban fuera. Por el contrario, las últimas ediciones de las Jornadas Cinematográficas de Cartago han aumentado el nivel, pero su subordinación al Estado tunecino como el FESPACO al Estado burkinés, lastran su pertinencia y su vitalidad. “Europa ya no es mi centro”, le gustaba decir al alabado y respetado decano Sembène Ousmane. Esto no le impidió desarrollar una visión abierta hacia los intercambios con el mundo en su conjunto. Era muy consciente de que el ensimismamiento no podía ser la válvula de escape para África. No rechazaba la programación de sus películas en Cannes o en otros festivales internacionales. Todo artista necesita enfrentarse a otros lugares, si no corre el riesgo de encerrarse en un gueto. Sin embargo, algunos cineastas africanos actuales han vuelto a situar África en el centro y se desmarcan de esa falta de representación del cine africano a través de la excelencia de contenidos.

Discurso y representación

¿Pero cómo encontrar un lugar en el mundo mientras el discurso literario y cinematográfico queda estructurado por la marginación? No es extraño que se espere de un africano que no salga de su bosque y que se le cuestione sin cesar acerca de su africanidad. ¿No resulta contradictorio querer salir del margen para afirmar un lugar en el mundo incluso cuando encontramos en el margen una estructura identitaria? El viaje humano de los cines de África del siglo XXI persigue efectivamente la solidaridad histórica con los oprimidos. “Los héroes no me interesan”, afirma por ejemplo el marroquí Faouzi Bensaïdi, que transmite en sus películas “un afecto particular por los perdedores, por los marginados”. Esa consciencia de las heridas de la Hstoria y del sufrimiento del mundo, esa sesibilidad por los marginados del progreso, ¿no implica que haya que reivindicarse lejos de las máquinas de dominación, desde la periferia de los centros de poder?
 Mahamat Saleh Haroun
La solución que tomaron los cineastas más destacados fue afirmar su imaginario personal sin reivindicar una identidad o un territorio. Esto permite afirmar un espacio propio con toda igualdad, sin sospechas de imitación o mimetismo, con una estética que rompe con el dominio del espectáculo y del consumo, compartiendo de este modo el combate de los cineastas que resisten a la uniformización y al aplanamiento. Por tanto, el problema es el público, que encierra fácilmente a los cines de África en lo que le gustaría que fuesen: frescura, complemento del alma, intemporalidad de un África mítica: se mantiene una visión colonial mientras África se mueve al ritmo del mundo. Los miembros de las comisiones de financiación y los programadores de los festivales son quienes eligen las obras en función de las representaciones de África que tienen aún en la cabeza. Y son los espectadores de los “festivales de películas africanas” quienes esperan dejarse hechizar por tarjetas postales que replantean los problemas del momento. Estos festivales aparecen como guetos ambiguos, pues al mismo tiempo tratan de difundir películas con poca visibilidad. Estos festivales son necesarios aunque las expresiones culturales africanas resulten marginadas, con el peligro de que quede su pertinencia para el presente quede apartada.
Se trata de un combate contra la mirada reduccionista a todos los niveles. Para empezar, la suya, que integra la del otro, y por supuesto el punto de vista del otro, el dominante: “Estamos frente a ventanillas que nos tratan a todos por igual, como pobres cineastas a los que hay que ayudar”, comenta Mahamat-Saleh Haroun. Todo el sistema del “cine africano” encasilla las películas en un circuito de festivales especializados que les asegura visibilidad, a falta de nada mejor, pero donde se encuentran marginados. “Nacemos marginales y terminamos marginales. Ningún cineasta que se respete a sí mismo sueña con algo así”, añade. La reivindicación de la igualdad, tan presente en las primeras películas de África ha desembocado en el mantenimiento de una jerarquía: “El problema es justamente partir de ese deseo de ser igual al otro pues revela un complejo”, comenta de nuevo Haroun. “Tomamos el punto de vista del otro y pretendemos demostrarle que somos sus iguales. Este complejo inaugura un cierto tipo de cine que se pierde en sus intenciones en lugar de contarnos el mundo desde un punto de vista original que nos afecte y nos emocione”. Por lo tanto, ahora toca asumir la Historia y no servirnos de ella como un freno, sino como una riqueza y una fortaleza.
Artículo publicado originalmente en Africultures: http://africultures.com/lafrique-festivals-de-cinema-14134/
Traducción: Alejandro de los Santos
#caraeculturanegra #nossaMARKA  #vivacidade  #culturanegra  

segunda-feira, 3 de julho de 2017


Victor Ekpuk

"Existe mucha presión sobre los artistas africanos para que se definan a sí mismos"
Sandra Quiroz

Victor Ekpuk (1964, Nigeria). Licenciado en Bellas Artes por la Universidad de Ife en Nigeria, es un artista que  reinventa los símbolos gráficos y sistemas de escritura de diferentes culturas como la ideografía  nigeriana nsibidi, para dibujar sobre el mundo que lo rodea. Este creador expresa sus ideas a través de líneas en blanco y negro y un conjunto de imágenes particulares abstractas que son enigmáticas y profundamente irresistibles.
El arte de Ekpuk transmite mucho más que sólo una experiencia visual. El resultado son unas obras que lidian con temas tan universales como la condición del ser humano, la identidad, el género, la cultura o la familia y que van mucho más allá de lo que literalmente se puede leer, escribir o traducir. Cada símbolo en cada obra representa un concepto. El trabajo del nigeriano cautiva la atención del público, que no tiene que ser especializado para sumergirse dentro de estas extraordinarias composiciones. “No es necesario saber leer las obras, basta sólo con apreciarlas“, afirma Ekpuk, cuyas composiciones superan la simple visión de lo que significa el arte contemporáneo.
Las obras del nigeriano han sido expuestas en diversos países como Sudáfrica, Estados Unidos, Gran Bretaña, Holanda, Francia o Nigeria. Muchas de sus piezas forman parte de diversas colecciones privadas o públicas como las del Museo Nacional de Arte Africano Smithsonian, el Museo Newark o el Banco Mundial entre otras.
En la actualidad Victor Ekpuk reside en Washington DC, Estados Unidos, donde tiene su estudio. Desde el 24 de junio hasta 9 de julio el nigeriano se encuentra dictando una serie de talleres en  la Fundación Blachère en Apt, Francia. A partir del 9 de julio y hasta el 23 de octubre de 2013 el Centro de Arte de Apt acogerá una exposición sobre todo el trabajo realizado. #artecontemporâneaafricana   #caraeculturanegra #culturanegra  #nossamarka

http://www.afribuku.com/victor-ekpuk-arte-nigeria/




¿Cree que se puede hablar de artistas contemporáneos africanos?
Todo artista tiene una fuente y no existe ningún artista en el mundo del arte que no sea nada excepto él mismo. Es muy interesante esta cuestión porque creo que existe mucha presión sobre los artistas africanos para que se definan a sí mismos. ¿Por qué los artistas contemporáneos africanos tienen que ponerse la etiqueta de contemporáneos cuando en otras partes del mundo un artista es sólo un artista? Otros artistas no tienen esa presión, son simplemente artistas.
En Occidente algunas personas tienen la idea de que el arte creado por africanos tienen que parecer cualquier cosa menos contemporáneos o modernos, ¿qué piensa de esto?
¿Quiénes son estas personas para decirle a la gente cómo tiene que ser o parecer el arte? Nadie debería decirle a nadie cómo tiene que ser el arte africano. Cualquier persona tiene el derecho de inspirarse de cualquier cosa que quiera. Cuando empiezas a hacer esto o por lo menos empiezas a reconocer de dónde vienes, tú eres lo suficientemente fuerte como para cuestionar a cualquiera que venga a decir “Oh sí, esto es africano”. ¿Pero qué es África? África es un continente enorme con muchísimas culturas diferentes. ¿Por qué tratan de definir lo que África tiene que parecer? Deberían entender que existe un mundo lleno de imaginación dentro de África. Nosotros podemos pintar naturalismo, arte abstracto y todos los estilos que existen. Si elijo pintar naturalismo es porque ya existe en el arte, la cultura y la belleza de África,  si elijo pintar arte abstracto ya existe allí…


domingo, 2 de julho de 2017




Secretaria Adjunta de Políticas para a Igualdade Racial
A Secretaria Adjunta de Políticas para a Igualdade Racial formula e implementa políticas públicas de combate ao preconceito e à discriminação racial e promove políticas públicas de inclusão racial. Mantém duas coordenações.
a) Coordenação de Promoção de Políticas da Igualdade Racial. Desenvolve programas e projetos nas áreas de educação, saúde, segurança, juventude, empreendedorismo, entre outras, com o objetivo de promover os direitos das populações negra e indígena e de segmentos sociais inviabilizados e vítimas de preconceito, como os ciganos, por exemplo.
b) Coordenação de Enfrentamento ao Racismo. Promove ações para combater a violação e garantir o respeito aos direitos dos negros, indígenas, comunidades tradicionais de matriz africana, ciganos, entre outros. A Coordenação gerencia o disque-racismo (156 opção 8).
Contato: 3403-4906

sexta-feira, 30 de junho de 2017

EXPOSIÇÃO NOS CAMINHOS DE ZUMBI


Nos caminhos de Zumbi’, uma exposição educacional itinerante, foi realizada na cidade de Brasília no período de abril a dezembro de 2009. O principal objetivo é o ensino da História e da cultura afro-brasileira , contribuindo para uma educação voltada para a diversidade e combate a discriminações e a consolidação de conceitos de igualdade entre povos e o fortalecimento de aspectos da nossa história.


A Exposição Itinerante fez parte de um Programa de Ações Anuais elaborado pela nossa MARKA e visava promover e preservar a identidade cultural, social e econômica resultante da influência da raça negra na construção da sociedade brasileira, e potencializar a participação dessa população no processo de desenvolvimento, a partir de sua história e sua cultura. 

quinta-feira, 29 de junho de 2017

A felicidade do negro é uma felicidade guerreira



         'A felicidade do negro é uma felicidade guerreira'                                                                                                                  Waly Salomão 


CaraECulturaNegra 

Espaço permanente para o CONHECIMENTO
 e VALORIZAÇÃO da cultura afro-brasileira
e sua produção contemporânea